Não precisa durar para dar certo


Confesso a vocês, não sei ao certo se com pesar ou satisfação, que nesse delicioso e interminável laboratório de observação da vida alheia, a cada dia eu tenho achado mais graça nas relações que passam depressa. Aquelas bem ligeiras mesmo, que duram só o tempo da paixão. Ou da sedução. Da confusão. Da ilusão. Aquelas mais cruas, mais rasas, sem nenhuma grande intenção. As que são só pela curtição ou pelo tesão. Geralmente as sem precaução. 
Obviamente preservo toda a minha admiração e apreço por aqueles que detêm a escassa sabedoria para manter uma relação bonita e respeitosa quando acaba a paixão. Entendo também que uma hora a relação-supetão perde o sal e tudo o que a gente procura, pelo menos na maioria das vezes, é o aconchego do abraço companheiro que os mais aventureiros chamam de morno e outros tantos de sereno. 
Mesmo assim digo isso porque há uns cinco anos, quando eu carregava dezenas de ilusões a mais e uma dúzia de relações a menos, meu grande anseio, sabe lá Deus porquê, era uma relação que durasse. Eu queria, a qualquer custo, um relacionamento que desse certo. Queria que deixasse de ser pegação e se revestisse de tradição. Queria braços dados. Queria uma mãe pegajosa me chamando de norinha. Queria uma aliança no dedo para firmar compromisso. Queria fila de restaurante no 12 de junho e no 14 de fevereiro também só para garantir que a relação fosse reconhecida internacionalmente.
Hoje, com a mente realocada por algumas relações apressadas, eu vejo o quanto o meu conceito de “dar certo” era equivocado. A relação não precisa durar para dar certo. Precisa apenas proporcionar meia dúzia de risadas e uns momentos de euforia. Precisa ter congelado o estômago e aquecido as mãos por alguns instantes. Precisa ter ensinado meia dúzia de coisas ainda que maioria delas não lhe sirva para nada. Vejo também que essas são as relações que nos tornam mais interessantes. É nelas que a gente produz a bagagem para talvez um dia conseguir viver uma relação estável possivelmente feliz. É nessas paixões, nos envolvendo com pessoas que escancaradamente não tem a ver com a gente, que distinguimos nossos gostos e desgostos e nos tornamos positivamente mais exigentes. 
É justamente com elas que nós descobrimos que até suportamos caras fanáticos por futebol mas teremos sérios problemas de convivência com os que não comem comida japonesa. Percebemos que temos preconceito com os que usam regata mas podemos até relevar se cozinharem um risoto de camarão daqueles de comer rezando. Vivemos a desilusão de perceber que tem muito machistinha por aí disfarçado de mente aberta mas temos gratas surpresas ao conhecer os noveleiros que também ouvem um sertanejo sofrido de vez em quando. 
Por isso, sugiro que vocês aproveitem cada segundo das delícias e angústias das suas relações depressa e todas as bobagens que elas têm a ensinar. Provavelmente elas causarão certa ansiedade mas relaxem que depois é só mais uma história para contar. Deixo claro desde já que vocês não têm grande sintonia e que logo você vai perceber que foi melhor mesmo não durar. Só aproveita. Aproveita mesmo porque logo logo vai passar. 

 Fonte: Eduarda Costa - Entenda os Homens

Os boxes que eu conheci nas férias

Adivinhem o que eu mais fiz nas férias? Isso mesmo, treinei! Quem me segue no snap (para quem não segue meu user é maludamiao) viu que eu treinava o dia todo, corria, andava de bike e ia para o cross pelo menos 2 vezes no dia.
Ficar atoa é muito ruim, então gastei toda a minha energia no meu hobby preferido, treinar.
Como eu gosto muito de crossfit, aproveitei esses dias de descanso para conhecer alguns boxes perto de casa e o primeiro foi a Crossfit 4x4. Uma amiga minha treina lá e me chamou, eu aceitei e gostei tanto do box que voltei mais vezes durante as férias. A estrutura do box é ótima, os coaches são super competentes e a galera é bem receptiva.


Outro box que eu queria muito conhecer era o Crossfit PL, eles inauguraram há pouco tempo e eu já tinha ouvido falar super bem de lá. Como eu conhecia a dona, ficou mais fácil marcar um treino. O espaço ainda é novo, mas os coaches  são ótimos e é o único box de cross em Pedro Leopoldo, então para galera de lá tá super indicado.


Como já dizia minha mãe, o bom filho a casa torna e por isso eu treinei muito na CFLS. Para quem não sabe, lá foi o box onde eu comecei a fazer crossfit e é para onde eu sempre volto nos meus dias livres. A melhor coisa do mundo é ter amigo crossfiter, e eu aproveitei para reunir todos os meus e treinar muito com eles.


Conhecer outros boxes é sempre legal, mas eu não via a hora de voltar para o meu. Para quem ainda não sabe, eu treino na Mutação Crossfit e sou apaixonada por lá, pelas redes sociais da para perceber que eu quase moro no box né?! haha Se você é de Divinópolis tá mais do que intimido a vir treinar com a gente! Não é por nada não, mas não tem box melhor que o nosso!  


Minha primeira trilha: Pico do Breu

Minhas férias voaram e eu nem consegui vir aqui contar tudo em tempo real, mas vivi e conheci tanta coisa e gente legal, que vou tentar compartilhar tudo com vocês durante os próximos dias. Para os que não me acompanham no snap (maludamiao) e no instagram eu fiz minha primeira trilha e comecei com 15 km de caminhada/escalada. A experiencia foi tão legal que eu tive que vim dividir isso aqui. 

Eu cheguei na casa dos meus pais na sexta e uma amiga me convidou para fazer a trilha, como eu to vivendo aquele lema "Qual foi a última vez que você fez alguma coisa pela primeira vez" eu nem pensei e já disse sim. 
Arrumei uma mochila com água, lanche, protetor solar, peguei meu boné e acordei às 5 da matina para viver e conhecer o famoso Pico do Breu. Para quem não sabe essa trilha fica na Lapinha da Serra, aqui em Minas mesmo. O lugar é lindo e a trilha é bem tranquila, foi minha primeira experiência e eu adorei. 


Para quem quer fazer essa ou outras trilhas ai vão algumas dicas: Leve água, comida leve, alguma coisa doce para dar aquela energia quando você ficar cansado, vai de tênis ou botinha, e não esquece de levar um agasalho porque o clima pode ser meio louco. 
Sobre o pico que eu fui a vista de lá é linda, e apesar de não ter uma cachoeira no final, valeu super a pena. Você sente que se superou e é super gratificante viver novas experiências, ainda mais quando elas te proporcionam esse contato com a natureza. 

Para aqueles que se interessaram pelo P. do Breu, o final da trilha é quase uma escalada, então nada de medo de altura, enfrente todos esses monstros porque a vista lá de cima vale a intensa caminhada.


Instalooks: like always

Gente essa coisa de fazer sessão de fotos para tirar look do dia não faz mais parte da minha realidade. Agora além do blog, eu tenho estágio, faculdade, crossfit, yoga e uma vida social para tentar levar. Correria é um sinônimo para minha rotina, mas quem me segue no insta e no snap (maludamiao) sabe que sempre que dá eu posto uma fotinha no espelho mostrando os meus looks para acompanhar esses dias loucos. Para quem está com saudade, ai vão dois looks que eu usei na semana passada.

Final de semestre tem que ter festa de encerramento, a gente enterra os livros, os professores e todas aquelas notas que ninguem quer lembrar que tirou. Esse ano os meninos fizeram uma festa temática para fechar o período e adivinhem qual era a exigência? Isso mesmo, ir de branco! Euzinha dei sorte porque o que mais tenho no armário é roupa branca #aviciada Por isso usei o mesmo look do ano novo haha, mas dessa vez optei por um tênis e o boné (que eu só usei no final da noite, mas que super casou né?!)


O segundo look era da época em que não precisava usar uniforme no estágio (volta tempo!) Agora eu tenho que usar uma blusinha super formal, mas tudo bem! Aqui em Divinópolis ainda tá frio, então sempre coloco uma blusa de manga e levo uma jaqueta como prevenção. A calça jeans preta é o meu novo achado e já tá quase andando sozinha, uso ela todos os dias! O slip on de oncinha vocês já conhecem e de acessório usei essa bolsa MARA que foi presente de mamis poderosa e minha garrafinha de treino que já faz parte do corpo, não ando sem!  

Joguinho dos muitos erros


Demora um pouco mais pra responder.
Não visualiza agora.
Isso.
Mais cinco minutinhos.
Se for fácil demais ele logo vai te esquecer.

Dá uma sumida.
Esnoba um pouco.
Não dá muita segurança.
Ficar muito disponível é ruim.
Ele precisa ter medo de perder.

Não deixa ele perceber que você tá tão a fim.
Lembra que da última vez quem procurou foi você.
Se ele não mandou nada é melhor não mandar.
Assim parece que tá desesperada.
Ignora um pouco que ele vai adorar.

Não transa de primeira.
Nem de segunda.
Nem de terceira.

Finge que nem se importa.
Faz um ciuminho.
Vai por mim.
No fundo ele gosta.

Fala que hoje não dá.
Isso.
Faz um charminho.
Não seja grudenta demais.
É bom fazer pouco caso pra não deixar a relação esfriar.

Não fala eu te amo antes dele.
Não elogia muito senão ele vai se achar.
Finge que não sente ciúme.
Se ele perceber que você está apaixonada, vai desencantar.

Isso.
Continua.
Tá no caminho certo.
Esse é o jeito mais fácil de fazer alguém se cansar.
Logo logo você quebra a cara e quem sabe um dia aprende que relacionamento não é sobre competir; é sobre se doar.

Eduarda Costa - Entenda os homens