A história dos meus 5 amores


Minha primeira paixão foi aos 7 anos de idade, o nome dele provavelmente era Matheus, ou Lucas, Guilherme talvez. Não me lembro muito de como foi, só sei que passou rápido demais para ser alguma coisa. Depois fui sentir isso por um carinha que se chamava Ricardo, terceira série, eu usava óculos, gostava de livros e não me encaixa no contexto dele. Meu segundo amor platônico no caso. Já no quinto ano, eu comecei a gostar de um cara mais velho, formando do colégio, que pegava todas as garotas e que depois de eu muito insistir, me pegou também. Achei que aquilo era um pedido de namoro, mas tudo o que ele fez foi ficar com a minha melhor amiga, que depois disso nem amiga era mais. Quando eu finalmente achei que estava imune a esse sentimento, conheci um desses caras good vibes e nem preciso falar que ele nem se importava com o que eu sentia. Eu é claro, me apaixonei por ele. Bati na  porta, convidei para o cinema, mas não rolou nada além de alguns amassos no final do treino de vôlei.  Dois anos depois eu voltei a chorar por alguém, e dessa vez eu jurei que era amor. Confesso não ter durado nem 5 dias, mas para mim foi tão intenso quanto um namoro de 5 anos. Relendo os textos do blog, fico pensando como eu pudi escrever isso para alguém que mal me conhecia. A única coisa que consigo me lembrar desse caso, foi a dor que eu senti quando ele disse tchau. De qualquer forma, eu poderia ter sofrido calada, mas gente de humanas é assim, tem que subir no palanque e escancarar o coração partido. Se não der arte, ou meia dúzia de textos rabiscados, não foi sentimento de verdade.

Hoje em dia eu carrego aquele discurso de liberdade e solteirice. Mas sei que amar não faz mal a ninguém, aliás se tem uma coisa que eu descobri com todas essas experiências, é que a gente sempre supera um amor, lembre-se disso! 

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